Criatividade por opção, não por acaso

Síntese de uma trajetória

 

“Todo mundo tem vontade de vencer, mas
poucos têm vontade de se preparar para vencer.”
Bobby Knight

 

Pinceladas iniciais

Em 1993, fui convidado a integrar a delegação de professores que a FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) enviou a Buffalo, NY, para participar da 39ª edição do CPSI (Creative Problem Solving Institute), uma iniciativa que tinha por objetivo fazer com que os professores da instituição aperfeiçoassem sua didática, incorporando técnicas e ferramentas criativas, de tal forma que suas aulas fossem mais dinâmicas e, em consequência, mais atraentes para os alunos.

Embora tenha recebido o convite com um misto de surpresa e desconfiança, por me considerar uma pessoa não criativa e acreditar – erroneamente – que a criatividade era um dom, felizmente aceitei o referido convite, uma vez que tenho absoluta convicção que a participação no referido evento constituiu-se num marco em minha vida, quer no plano pessoal, quer no profissional.

Essa primeira experiência me pôs em contato com uma realidade por mim até então desconhecida e me deu a oportunidade de conhecer uma série de ideias e personalidades que vieram a ter profunda influência em minha trajetória.

Ainda que tenha retornado dessa primeira ida ao CPSI repleto de dúvidas e inquietações, tinha já a sensação que uma janela estava se abrindo com novos horizontes a serem explorados.

Constatou-se que parte das dúvidas e inquietações era decorrente de uma orientação equivocada que havia sido dada previamente aos integrantes do grupo de que não deveriam fazer o módulo básico (Springboard), já que todos possuíam no mínimo 10 anos de experiência acadêmica.  O que constatamos é que anos de experiência em áreas específicas não nos capacitavam a ter o domínio do modelo Osborn-Parnes de solução criativa de problemas (Figura 1), que era pré-requisito para os módulos mais avançados.

Modelo Osborn-Parnes

Diante dessa constatação, o Prof. Jonathan Vehar, pertencente aos quadros da Creative Education Foundation (CEF), entidade organizadora do CPSI, veio ao Brasil a convite da FAAP no início do ano seguinte e ministrou o módulo básico para aquele grupo de professores (e mais alguns), que retornaram a Buffalo naquele ano, quando se comemorava o 40º aniversário do evento (Figura 2).

CPSI - 40 anos

O retorno a outras edições do CPSI, aliado às participações nas conferências sobre ensino e aprendizagem acelerada promovidas pela IAL (International Alliance for Learning), foi consolidando cada vez mais aquela sensação inicial positiva.

A própria expectativa da FAAP havia se modificado e ido muito além da incorporação de algumas técnicas e ferramentas criativas por parte dos professores integrantes das diversas delegações enviadas a esses eventos. A disciplina Criatividade foi criada e, gradualmente, incorporada à grade curricular de todos os cursos oferecidos pela Fundação, tanto de graduação como de pós-graduação.

Tratou-se de uma atitude relativamente pioneira no País, já que pouquíssimas instituições de ensino se preocupavam em incluir o tema criatividade em seus programas, quer como disciplina isolada, quer como tema transversal ou multidisciplinar.

Não foram poucas vezes que ouvi rumores ou comentários maldosos de colegas de outras instituições que se referiam a essa iniciativa como “mais um modismo da FAAP”.

O tempo, no entanto, mostrou que longe de um modismo, a criatividade tornou-se uma competência muito valorizada e não há empresa, nos dias atuais, que não queira ter essa competência como uma das características de seus colaboradores, independentemente do nível hierárquico do cargo que ocupam.

Mesmo assim, muita gente permanece com uma dúvida: é possível ensinar criatividade?

Reminiscências

Antes de responder a essa pergunta e, de certa forma, até antecipando minha posição, creio ser necessário fazer uma viagem à longa trajetória por mim percorrida. Afinal, escrever este artigo me permite recordar uma fase extremamente rica da minha carreira docente, uma vez que foi marcada pela incorporação de novos conhecimentos, novas práticas, novos contatos e novas experiências que, inicialmente, se constituíam em desafios constantes, para se transformarem, logo em seguida, em oportunidades excelentes para um aperfeiçoamento contínuo, aquilo que os japoneses chamam de kaizen e que, segundo Masaaki Imai, um dos grandes gurus da administração japonesa, foi o fator fundamental para que o país, quase totalmente arrasado após a Segunda Guerra Mundial, conseguisse em pouco tempo se transformar numa das economias mais dinâmicas e desenvolvidas do planeta.

Apesar da possibilidade de omitir nomes importantes, não posso deixar de recordar algumas personalidades que tive a chance de conhecer e conviver ao longo desse período de aproximadamente 10 anos (1993 a 2002), ao longo dos quais participei de cinco edições do CPSI, cinco edições da conferência anual do IAL, bem como da primeira edição da Conferência Internacional “Creativity by choice, not by chance”, título que tomei emprestado para este artigo. A referida conferência foi realizada em setembro de 1995 na cidade de Bloemfontein, na África do Sul (Figura 3), e nela apresentei a palestra “A experiência da criatividade na FAAP”, juntamente com o Prof. Victor Mirshawka Jr.

International Creativity Conference - 1995 - South Africa

Quanto aprendi com personalidades da magnitude de Sidney Parnes, Edward de Bono, Paul Torrance, Ned Herrmann, Bill Sturner, Clotaire Rapaille, Berenice Bleedorn, Bill Shephard, Roger Firestien, Howard Gardner, Daniel Goleman, Kobus Neethling, David de Prado, Teresa Amabile, Scott Isaksen, Donald Treffinger, Jonathan Vehar, Robert Alan Black, Nancy Margulies, Win Wenger, Jo Yudess, Ruth Noller, Marcia Lynn (Marci) Segal, Jon Pearson, Frank Prince, Lindsay Collier, Min Basadur, Tony Buzan, Jeannette Vos, Bob Pike, Bobbi DePotter, Eric Jensen, Colin Rose, Mihaly Csikszentmihalyi e tantas outras?

Da mesma forma, como mensurar a importância de leituras desses primeiros tempos, tais como Revolucionando o aprendizado (Dryden e Vos), O poder criador da mente (Osborn), Use both sides of your brain (Buzan), Growing up creative (Amabile), The creative brain (Herrmann), Mapping inner space (Margulies), Criatividade levada a sério (De Bono), Creative people can perform miracles (Neethling), The magic of your mind (Parnes), Dreams (Pike), Tecnicas creativas y lenguage total (Prado), C and the box (Prince), Superb leadership (Sturner), Creativity – just want to know (Torrance), Drawing on the inventive mind (Pearson), Um “Toc” na cuca e Um chute na rotina (Oech) para melhorar meu desempenho como “dador de aulas”?

Não posso deixar de reconhecer que se trataram de momentos incríveis, complementados pela fase de solidificação e disseminação, durante a qual foi possível travar conhecimento com o trabalho de muitas pessoas e instituições que desenvolviam suas atividades em diferentes partes do Brasil e no exterior, nas diversas linhas de pesquisa da criatividade.

Incluo nessa fase os trabalhos de Floriano Serra, Eunice Soriano de Alencar, Gisela Kassoy, Solange Wechsler, Maria Rita Gramigna, Paulo Benetti, Solange da Mata Machado, Ruy Cezar Espírito Santo, Fernando Viana, Luciano Pires, Vera Tindó, Sumara Regina Ancona Lopes, Luiz Fernando Mathia, Fatima Jinnyat, José Augusto de Oliveira, Mitsu Araújo, Marcela Claro, Helga Tytlik, Decio Coutinho, Aníbal Viegas, Alonso Lamy, José Predebon, Elson Teixeira, Saturnino de la Torre, Tânia Baraúna, Sabrina Lermen, Maria Inês Felippe, Suzana Herculano-Houzel e Henrique Szklo, assim como de instituições como o ILACE (Instituto Latino Americano de Criatividade e Estratégia), o IACAT (Instituto Avanzado de Creatividad Aplicada Total), de Santiago de Compostela,  a Fundação Brasil Criativo, de Aracaju, o SENAI e a Criabrasilis. Evidentemente, os colegas da própria FAAP que enveredaram mais profundamente nos estudos, pesquisas e ensino da criatividade e da aprendizagem acelerada, entre os quais Victor Mirshawka, Sonia Helena dos Santos, Stela Maris Sanmartim, Victor Mirshawka Junior, Rubens Fernandes Jr., Laerte Temple, José Aladino Battaglia, Raimundo Ignacio, Martin Cezar Feijó, Eduardo Bom Ângelo, Cláudio Queiroz, Ofélia Charoux, Mauisa Annunziata, Marinez Rafaldini e Arnaldo Ferreira Borges e das gerações posteriores que ajudei a formar na própria FAAP: Maurício Andrade de Paula, Humberto Massareto, Lairtes Temple, Marcia Anaf Wagner, Igor Alves e Lourdes Zilberberg. Por fim, já no fim do século XX e início do XXI, as contribuições dos integrantes da última linha de pesquisa, a economia criativa, entre os quais John Howkins, Richard Florida e Catarina Selada no exterior, e Claudia Leitão, Ana Carla Fonseca Reis e Lídia Goldenstein, no Brasil.

Um parêntese, antes de prosseguir, para mencionar as diferentes gerações ou linhas de pesquisa em que se pode dividir a evolução dos estudos e pesquisas sobre a criatividade:

1ª Geração: Pensamento Criativo
Ênfase: Desenvolvimento de Habilidades (anos 1950)
Principal expoente: J. P. Guilford
 
2ª Geração: Solução Criativa de Problemas
Ênfase: Produtividade (década de 1960)
Principais expoentes: Alex Osborn e Sidney Parnes
 
3ª Geração: O Viver Criativo
Ênfase: Autotransformação (década de 1980)
Principal expoente: David de Prado
 
4ª Geração: Criatividade como Valor Social
Ênfase: Solução de problemas sociais, aberta à vida, à juventude, ao cotidiano (década de 1990)
Principal expoente: Saturnino de la Torre
 
5ª Geração: Economia Criativa
Ênfase: Geração e exploração da propriedade intelectual (início do século XXI)
Principais expoentes: John Howkins e Richard Florida

Creio que depois de tão longa viagem, que exigiu muito empenho mas que eu repetiria com prazer, não deva ser difícil imaginar qual a minha posição relativamente à pergunta sobre a possibilidade ou não de se ensinar criatividade. Vale a pena, porém, tecer algumas considerações finais.

Pinceladas conclusivas

Angela Virgolim abre o prefácio do excelente livro Cabrum!! Chuva de ideias! (2014) com a pergunta “É possível ensinar a criatividade?”.

Escreve, na sequência:

“Há muito que esta pergunta vem sendo feita por estudiosos na área da educação e ainda não há um consenso sobre sua resposta. Muitos acreditam que não, assim como não se pode ensinar inteligência a alguém. No entanto, pesquisas mostram que, pelo menos, podemos ensinar as pessoas a usarem de forma mais efetiva a sua criatividade (assim como a inteligência) e pensar de forma mais racional ou de forma mais imaginativa. Se todos nós nascemos com uma certa quantidade de inteligência e de criatividade, então é papel dos educadores ensinar estratégias criativas para que as crianças usem sua imaginação e sejam encorajadas a desenvolver suas habilidades de pensamento criativo  de forma mais ampla.”

Em que pese a afirmação de que não haja consenso sobre a possibilidade de ensinar a criatividade, alinho-me entre aqueles que acreditam não apenas que seja possível, mas, mais do que isso, que seja imprescindível nos dias em que vivemos, caracterizados, entre outras coisas, pela economia globalizada e pela acirrada competitividade.

Ainda que defensor da ideia de que os currículos devam focalizar a criatividade diretamente, como uma disciplina específica, posso admitir que seja abordada  de forma transversal, com seu conteúdo distribuído entre diversas disciplinas. Esta alternativa requer um razoável nível de coordenação, caso contrário o risco de sub ou superexposição torna-se muito grande.

Uma vez respondida esta primeira questão, surge imediatamente outra: em que nível do ensino deve-se ensinar criatividade?

Em minha opinião, diversos aspectos da criatividade e do pensamento criativo, devem ser trabalhados nos ensinos fundamental e médio, ainda que como parte do conteúdo programático de disciplinas do currículo tradicional, notadamente em biologia, na qual podem ser abordados vários aspectos referentes ao cérebro humano.

Vale a pena, neste particular, reproduzir a observação de Tony Buzan contida no livro Revolucionando o aprendizado (1996) sobre o que não lhe foi ensinado:

“Na escola, passei milhares de horas aprendendo matemática. Milhares de horas aprendendo linguagem e literatura. Milhares de horas em ciências, geografia e história. Então me perguntei: quantas horas passei aprendendo como minha memória funciona? Quantas horas passei aprendendo como meus olhos funcionam? Quantas horas aprendendo como aprender? Quantas horas aprendendo como o meu cérebro funciona? Quantas horas aprendendo sobre a natureza do meu pensamento e como ele afeta meu corpo? E a resposta foi: nenhuma, nenhuma, nenhuma.”

No nível superior, por sua vez, deve-se reforçar esses ensinamentos básicos sobre o cérebro, a relação entre cérebro e criatividade e, por fim, desta com o empreendedorismo e a inovação.

Em artigo neste mesmo espaço para o qual tomei emprestado o título Revolucionando o aprendizado (2014), fiz menção a alguns livros publicados em anos mais recentes, cuja leitura recomendo fortemente por tratarem da excelência na educação, sendo a preocupação com o ensino de criatividade um dos elementos comuns a todos, quais sejam, a trilogia do Prof. Perluigi Piazzi, Aprendendo inteligência, Estimulando inteligência e Ensinando inteligência, Aula nota 10 (Lemov), e As crianças mais inteligentes do mundo (Ripley). Acrescento a eles, Criatividade no ensino superior: uma perspectiva internacional, organizado por Solange Wechsler e Tatiana Nakano.

Em Aula nota 10, Lemov menciona, com enorme senso de oportunidade, as contradições aparentes que Jim Collins, em seu livro Feitas para durar, denomina de “tirania do ou”. São, na verdade, escolhas entre isso ou aquilo que se constituem em construções falsas e que estão presentes muitas vezes nas discussões travadas em reuniões departamentais ou de colegiados. Como ilustração dessas aparentes contradições posso citar, por exemplo “cordialidade ou rigor”, seriedade ou humor”, “teoria ou prática”, “abordagem pela ótica da solução criativa de problemas ou pela ótica da autotransformação” e tantas outras. A rigor, muitas vezes não se trata de “ou”, mas sim de “e”. É plenamente possível ser cordial e rigoroso, assim como é possível ser sério sem abrir mão do humor. Da mesma forma, é plenamente possível – e até recomendável – a conciliação entre a teoria e a prática, assim como uma abordagem combinada das várias gerações ou linhas de pesquisa que se ocuparam da criatividade.

Estando de acordo com os prejuízos representados por essas falsas dicotomias, concluo afirmando que não importa em que nível de ensino a criatividade deverá ser abordada, nem qual linha de pesquisa deverá ser privilegiada. Também não me preocupo se o tema deverá ser focalizado a partir de um viés mais teórico ou mais prático. O que não consigo admitir é que qualquer pessoa percorra todo o ciclo da educação formal sem jamais ter a oportunidade de se deparar com um tema de tamanha relevância no mundo contemporâneo!!!

 

Referências e indicações bibliográficas

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Dryden, Gordon & Vos, Jeannette. Revolucionando o aprendizado. Tradução de Marisa do Nascimento Paro. Revisão técnica de Victor Mirshawka. São Paulo: Makron Books, 1996.

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Referências e indicações webgráficas

MACHADO, Luiz Alberto. Economia criativa: definições, impactos e desafios. Revista de Economia & Relações Internacionais, nº 21, julho de 2012, pp. 84-109. Disponível em http://www.faap.br/faculdades/economia/ciencias_economicas/pdf/REVISTA_ECONOMIA_21.pdf.

______________ Revolucionando o aprendizado. Disponível em http://www.souzaaranhamachado.com.br/2014/12/revolucionando-o-aprendizado/.